Os presidentes das entidades hospitalares AHESC-FEHOESC-FEHOSC, Altamiro Bittencourt, Tércio Kasten e Hilário Dalmann, acompanhados pelos diretores-executivos da AHESC-FEHOESC e FEHOSC, Braz Vieira e Pedro Pelisser, estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira na capital, com o secretário de estado da Saúde, Vicente Caropreso e também com o superintendente de Planejamento e Gestão da SES, Adriano Carlos Ribeiro. As entidades cobraram uma posição por parte do governo do estado sobre serviços prestados e não pagos, à rede privada e filantrópica que atende SUS em Santa Catarina.
Segundo o levantamento realizado a dívida chega a R$ 20,7 milhões de reais. Os valores em atraso referentes aos Incentivos Hospitalares não são pagos desde outubro de 2016, no valor de R$ 12,6 milhões. Os valores em atraso do Mutirão de Cirurgias desde julho de 2016 somam R$ 3,9 milhões de reais, e R$ 4,2 milhões de reais estão em atraso desde julho do ano passado, referentes aos serviços da Rede de Urgência e Emergência.
Sem o pagamento destes débitos, os hospitais não estão conseguindo programar novos serviços como por exemplo os Mutirões de Cirurgias. Por isso as entidades pediram urgência no encaminhamento de uma resposta para toda rede do estado privada e filantrópica que é responsável por 70% dos atendimentos SUS no estado.
O secretário de estado da Saúde, Vicente Caropreso, prometeu dar uma posição às entidades após a reunião na próxima segunda-feira, dia 24 de abril, com o governador de SC, Raimundo Colombo.
Ao final do encontro as entidades entregaram uma Planilha ao secretário, com todos os débitos detalhados bem como outras pendências, como os valores em atraso junto ao Hospital São José de Criciúma, que ultrapassam os R$ 31 milhões de reais.
Fonte: Saúde Catarinense