Os três grandes hospitais 100% SUS, o Aristides Maltez, o Irmã Dulce e o Martagão Gesteira, enfrentam dificuldadesOs três grandes hospitais 100% SUS, o Aristides Maltez, o Irmã Dulce e o Martagão Gesteira, enfrentam dificuldades
A Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos festeja amanhã na Pupileira (sede da Santa Casa da Bahia, em Nazaré) os seus 30 anos, segundo o presidente da entidade, Maurício Dias, para lembrar “uma história de lutas e conquistas, mais lutas”.
Maurício diz que um balanço sobre a situação dos filantrópicos na Bahia mostra que o segmento sofre indistintamente.
Os três grandes hospitais 100% SUS, o Aristides Maltez, o Irmã Dulce e o Martagão Gesteira, enfrentam dificuldades, mas contam com acenos da sociedade, de artistas como Ivete Sangalo, Saulo e principalmente Gilmelândia, que ajudam e muito.
Os mesclados, como o Português e o São Rafael, compensam as perdas com a tabela do SUS defasada com outras receitas, como os planos de saúde. — O problema se concentra pesado nos pequenos, os do interior, cujos planos de saúde são restritos a uns poucos funcionários públicos ou de bancos. Esses penam. Disso resulta que de 108 só restam hoje 64. Uns fecharam e alguns abrigaram outras bandeiras, como o de Miguel Calmon, que está com o Hospital Português, e o de Itapetinga, com a Fundação José Silveira.