Deputados querem urgência na aprovação de recursos para saúde

Apreciação da PEC foi paralisada pelo processo de impeachment

Deputados querem urgência na aprovação de proposta que aumenta os recursos federais aplicados em saúde. O texto (PEC 001/2015) muda a Constituição para obrigar a União a ampliar gradativamente os recursos destinados à saúde, até chegar a um percentual de 19,4% da receita corrente líquida, em um prazo de sete anos. A proposta foi aprovada no Plenário da Câmara em primeiro turno, em março. Mas, diante das mudanças de prioridade no governo federal com o processo de impeachment, a tramitação ficou paralisada por falta de consenso. Integrante da comissão especial que analisou a proposta, o deputado Alexandre Serfiotis, do PMDB fluminense, anuncia a mobilização de outros colegiados da Câmara em prol da aprovação definitiva dessa matéria na Casa.

“Como vice-presidente dessa comissão que analisou a PEC, me somo a todos os parlamentares que manifestam preocupação com a tentativa deliberada de não votar a proposta em segundo turno, sob o argumento de que o governo não pode aumentar gasto. Em saúde, não se gasta, se investe na qualidade de vida da população. No segundo semestre, a Frente Parlamentar da Saúde, a Comissão de Seguridade Social e Família e todos os parlamentares que lutam pela melhoria da qualidade da saúde pública do nosso país vamos intensificar as ações para que a PEC seja votada em segundo turno”.

Além do aumento escalonado dos recursos federais aplicados em saúde, a proposta também proíbe que os 50% dos recursos de emendas parlamentares destinadas à saúde entrem no cálculo do piso de gastos da União, regra em vigor atualmente. Serfiotis sintetiza os efeitos benéficos da proposta para o setor de saúde no país.

“A matéria propõe o aumento dos investimentos federais na saúde pública, podendo chegar a até R$ 40 bilhões em ações e serviços. É uma reivindicação antiga dos movimentos que lutam pela melhoria da qualidade da saúde pública. Esse acréscimo primário é para que o Sistema Único de Saúde se reestruture, ganhe força e se aproxime, cada vez mais, da universalidade prevista pelos constituintes originários”.

Se aprovada em segundo turno na Câmara, a proposta que aumenta os recursos federais na saúde será enviada ao Senado para análise e outros dois turnos de votação.

Reportagem – José Carlos Oliveira – Rádio Câmara

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