Santa Casa de Piracicaba conquista representatividade na CMB

O vice-provedor da Santa Casa de Piracicaba, João Orlando Pavão, acaba de ser nomeado membro da diretoria da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas do Brasil (CMB), associação sem fins lucrativos instituída há 52 anos para representar as mais de 2.100 instituições de saúde associadas em todo o país. 

“Foi um convite expresso que fiz ao Pavão, devido ao resultado extremamente positivo do trabalho que ele tem idealizado como diretor jurídico da FEHOSP (Federação das Santas Casas do Estado de São Paulo) e diretor da Regional Piracicaba da FEHOSP”, justificou o presidente da CMB, Edson Rogatti, lembrando que todos os cargos diretivos da entidade são de caráter voluntário, sem remuneração.

Ele enaltece a missão da CMB de promover a união e o desenvolvimento das Santas Casas e entidades filantrópicas do Brasil e revela o compromisso da entidade com o aprimoramento da qualidade da assistência. “Trabalhamos com o objetivo de proporcionar condições para o desenvolvimento técnico-científico com vistas a uma assistência cada vez mais qualificada às populações de baixa renda, cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, esclareceu Rogatti, posicionando a Santa Casa de Piracicaba como modelo de gestão hospitalar.

Honrado com o convite, Pavão mostrou-se entusiasmado com a possibilidade de ampliar o diálogo junto ao Congresso Nacional para o aprofundamento da discussão de temas relevantes às filantrópicas. “A CMB trabalha para garantir maior representatividade das Santas Casas em Brasília e, agora, tenho a prerrogativa de representar o Estado de São Paulo nessas discussões”, disse Pavão.

Segundo ele, o grande estímulo para a busca de soluções aos graves problemas que se abatem sobre a saúde pública no Brasil vem do papel secular das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do país. “As Santas Casas surgiram no Brasil logo após o seu descobrimento, quando passaram a se dedicar ao atendimento aos enfermos e, em alguns casos, no amparo à velhice, à criança, aos hansenianos e à educação”, disse Pavão, lembrando que, hoje, as filantrópicas somam mais de 2.500 entidades em todo o território nacional, onde respondem por cerca de 50% dos leitos hospitalares.

Pavão chama a atenção também para o papel histórico dessas instituições na formação de Recursos Humanos para a saúde, a começar pela criação das primeiras Escolas de Medicina e de Enfermagem. “Tem sido imprescindível a contribuição das filantrópicas para o desenvolvimento da ciência médica, mantendo hospitais-escolas, residência médica, ou mesmo campo de estágio e aplicação dos conhecimentos adquiridos”, finalizou Pavão ao reconhecer que essas entidades representam, hoje, a grande opção que o Governo tem para consolidar a implantação do Sistema Único de Saúde em todo o território brasileiro.

Fonte: Santa Casa de Piracicaba

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