Santa Casa de Jahu recebe visita do Diretor Geral da CMB

A Santa Casa de Jahu recebeu na última segunda-feira, dia 12, a visita do Diretor Geral da CMB – Confederação Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, José Luiz Spigolon.

O diretor da Confederação começou sua carreira justamente na Santa Casa de Jahu e há algum tempo estava devendo uma visita para a Mesa Administrativa da Irmandade. “Aqui tive momentos agradáveis que não se apagam em minha memória. Temos aqui um grupo de amigos que administram a Santa Casa e é um prazer revê-los”, disse Spigolon.

Com carreira de 38 anos de atuação na saúde, Spigolon classifica o atual cenário como o “pior momento da saúde brasileira dos últimos anos”. Muito se deve as constantes mudanças de ministros da área, pela falta de uma política de continuidade neste segmento, o que agrava diretamente na situação das entidades filantrópicas do país. “São 2.100 instituições filantrópicas no Brasil que acumulam uma dívida de 21 bilhões de reais, sendo R$ 13 bilhões somente de dívidas bancárias, pagando juros da ordem de 18% a 22% ao ano; o que tira cerca de R$ 3 bilhões por ano da assistência à saúde para ser drenado aos bancos”, disse. Estados como Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro passam por situações mais críticas, com entidades fechando as portas e demitindo funcionários. “Em 2015 foram 218 hospitais fechados, com o fim de 40 mil postos de trabalho e 11 mil leitos desativados, sem dúvida é uma situação que nos preocupa”, completou o diretor da CMB.

Com a mudança de Governo, a Confederação Nacional das Santas Casas está esperançosa para uma melhora no quadro, “o Ministro da Saúde tem mostrado uma sensibilidade para o problema, mesmo sabendo que não tem dinheiro a mais para investir, mas está fazendo uma busca incessante para conseguir uma eficiência maior na utilização do recurso que tem”, explica José Luiz Spigolon.

O Diretor da CMB, acompanhado do Provedor Alcides Bernardi Júnior e do Vice-Provedor Antonio Luiz Cremasco, visitou instalações da Santa Casa e elogiou a sua condição de atendimento para Jaú e toda região. Em termos financeiros, Spigolon analisa que a regionalização no atendimento não é coberta adequadamente pelo Governo Estadual “A Santa Casa assume um papel, de receber os doentes na sua porta e não pode deixar de atendê-los, só que custos não estão sendo cobertos pelo Governo do Estado, que deveria ser o responsável por essa regionalização. A Santa Casa tem uma condição social elogiável, mas sofre as consequências para manter seu ideal de atender a todos da melhor maneira possível”, disse.

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