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Na Bahia, presidente da CMB fala sobre situação e desafios do setor filantrópico

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Com o intuito de ampliar e fortalecer a integração entre as instituições do setor filantrópico de saúde, o presidente da CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia do Brasil), Mirocles Véras, participa nesta segunda-feira (14) de encontro, na Bahia, com representantes do setor filantrópico. Realizado pela Fesfba (Federação das Santas Casas da Bahia), o objetivo da atividade é ampliar e fortalecer a integração entre a CMB e as federações, na busca por melhorias para as instituições.

A atividade contou, ainda, com a presença do deputado federal e presidente da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas, Antônio Brito, que prestou conta de seu mandato, com as ações que vêm desenvolvendo na defesa e fortalecimento da saúde filantrópica. Entre os projetos liderados pelo parlamentar, estão os cuidados relacionados à nova lei da CEBAS (Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social na Área de Educação) e a luta, em conjunto com a CMB, pelos recursos emergenciais de R$ 2 bilhões, prometidos pelo governo federal, em maio de 2021.Brito também falou sobre proposta que tramita na Câmara dos Deputados, de sua autoria, de ampliar, até junho, a suspensão do cumprimento das metas com a garantia de recebimento integral dos valores contratados do SUS.

“O Brito, através da Frente Parlamentar, é uma grande liderança e parceiro fundamental na busca por melhorias para as nossas entidades”, ressaltou o presidente da CMB.

Em sua apresentação, Véras destacou a atuação dos hospitais filantrópicos, principalmente no período de pandemia. “Sem o apoio efetivo das instituições filantrópicas, o governo não teria conseguido garantir a assistência ampla à população em todo o Brasil na pandemia da Covid-19”, falou. 

O presidente da CMB enfatizou a necessidade de um novo modelo de financiamento para a área filantrópica de saúde. “De forma clara, precisamos ter coragem para assumir uma atitude para sermos reconhecidos pelo governo. Não podemos continuar trabalhando com o atual modelo de financiamento, que só garante 60% dos custos dos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, a saída para o setor filantrópico, cuja crise se agravou nos últimos dois anos, é uma nova forma de financiamento”. 

Essa mudança é fundamental para garantir a sobrevivência do setor, que vem encolhendo com o fechamento de hospitais em todo o país, lembrou Véras. Desde 2015, foram fechadas 315 entidades, o equivalente à redução de sete mil leitos SUS. O setor filantrópico totaliza 1.824 hospitais e 1.078 maternidades no Brasil, totalizando 169 mil leitos, sendo 26 mil leitos de UTI. A importância do setor pode ser avaliada também na geração de um milhão de empregos. “O setor filantrópico é o SUS na área hospitalar”, enfatizou o presidente da CMB.

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